janeiro 2013



ara quem chegou depois, Maria já havia virado a noite com os pés no madrigal.

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ão havia martelos suficientes para pregar tamanha inexatidão.


enetrava ébrio a vizinha dentro de seu guarda-roupa sóbrio.

 


orria com a sombrinha soturna na mão enquanto o palhaço caia da corda bamba.

 

 

 oites etílicas em um bar de bêbados negros.


aquela noite de pânico, estava de aluguel morando no lado esquerdo do vazio.


eguia pela estrada vazia em caminho oposto ao formigal.


arrego comigo a sobriedade matutina de quem sucumbiu ao longo do Tempo ao Solo Negro